Esse texto baseia-se em publicação de Torres (2006) e pretende mostrar a existência de mitos e erros relacionados à dengue.
A ocorrência de mortes durante uma epidemia de dengue pode estar relacionada com a cepa do vírus circulante ou com a situação de imunidade da população. Entretanto, independentemente dessas características, a letalidade pode ser reduzida se o doente for abordado de maneira correta e o serviço de saúde estiver preparado adequadamente.
Isso significa que o paciente com dengue deve receber tratamento individualizado dentro de um sistema de saúde com profissionais capacitados.
Tão importante quanto evitar a transmissão da doença é a capacitação dos médicos e a organização dos serviços de saúde, desde os centros de atenção primária até os hospitais de maior complexidade.
É sabido que não há vacinas ou droga específica contra a dengue, entretanto, isso não significa que a doença não tem tratamento. Medidas simples tais como identificar os sinais de alerta/alarme e iniciar hidratação podem ser salvadoras ao impedirem a evolução para as formas graves da dengue.
Portanto, nossa primeira providência será superar os MITOS e ERROS.