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Manual de Diagnostico Laboratorial das Coagulopatias Hereditarias e Plaquetopatias

O Manual de Diagnostico Laboratorial das Coagulopatias Hereditarias e Plaquetopatias tem como objetivo principal abordar os principais aspectos dos testes laboratoriais necessarios para o diagnostico das coagulopatias e plaquetopatias.


Relatório de Gestão 2010

capa: Relatório de Gestão 2010


Este relatório, assinalando os êxitos e os desafios da Gestão 2010 da CGSH, foi estruturado em doze capítulos. Nos quatro primeiros, o leitor terá acesso a uma síntese dos aspectos essenciais da gestão: evidências de seu bom desempenho, cotidiano com a descrição da agenda mensal das ações e atividades, cartografia com a configuração territorial das intervenções, planejamento estratégico e avaliação dos objetivos e metas. Nos próximos seis capítulos, os resultados alcançados pelas áreas técnicas serão descritos, incluindo a Gestão da Qualidade, a Gestão Financeira e Assessoria Técnica, o Assessoramento Técnico em Hemoterapia, o Assessoramento Técnico em coagulopatias e Outras Doenças Hemorrágicas Hereditárias, o Assessoramento Técnico em Doença Falciforme e a Comunicação. Nos dois últimos capítulos, são apresentadas as considerações finais e as perspectivas para o biênio 2011 2012.(PDF - 8MB)

 

 

Hematologia e Hemoterapia - Guia de Manejo de Resíduos

capa: Pesquisa de Satisfação - Avaliação da dispensação de medicamentos pró-coagulantes para pacientes com Hemofilia A


A Coordenação-Geral de Sangue e Hemoderivados, na perspectiva de identificar ferramentas de base socioambiental relacionadas ao desenvolvimento sustentável, elaborou o “Guia de Manejo de Resíduos de Serviços de Hematologia e Hemoterapia”, para disponibilizá-lo à Rede de Hemocentros Públicos Nacional. Esse Guia tem como objetivo auxiliar os profissionais dos serviços de hematologia e hemoterapia nos seus processos de trabalho e no correto manuseio e descarte de seus resíduos, a fim de evitar os efeitos negativos à sociedade, à saúde ocupacional e ao meio ambiente. (PDF - 6MB)

 

 

Pesquisa de Satisfação - Avaliação da dispensação de medicamentos pró-coagulantes para pacientes com Hemofilia A

capa: Pesquisa de Satisfação - Avaliação da dispensação de medicamentos pró-coagulantes para pacientes com Hemofilia A


Esta publicação, visa apresentar os resultados encontrados na primeira pesquisa realizada pela Coordenação-Geral de Sangue e Hemoderivados (CGSH) do Ministério da Saúde (MS) com os beneficiários do Programa de Atenção às pessoas com Hemofilia e outras doenças hemorrágicas hereditárias no Brasil.(PDF - 8,5MB)

 

 

Caderno de Informação - Sangue e Hemoderivados

capa: Caderno de Informação - Sangue e Hemoderivados


Nesta quinta publicação encontram-se atualizados os dados da produção hemoterápica no Sistema Único de Saúde (SUS) e nos serviços exclusivamente privados referentes ao ano de 2010, apresentando também estimativas da inaptidão clínica no SUS. Contando com a cooperação da hemorrede pública, apresenta-se como inovação nesta publicação os dados do perfil do doador, referentes ao ano de 2010, contemplando a motivação da doação e o tipo de doador por gênero e faixa etária, como também, a freqüência da ocorrência de resultados positivos nos testes laboratoriais para doença de Chagas no período de 2007 a 2010 nos serviços de hemoterapia públicos. (PDF - 4MB)

 

 

Guia Nacional de Gerenciamento de Estoque de Sangue em situação de Emergência

capa: Guia Nacional de Gerenciamento de Estoque de Sangue em situação de Emergência


Comprometida com a missão de elaborar políticas que promovam o acesso da população à atenção hematológica e hemoterápica de forma segura e com qualidade, a Coordenação-Geral de Sangue e Hemoderivados (CGSH) desenvolve suas ações em consonância com os princípios e as diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS). Dentro desse contexto e com intuito de viabilizar o acesso de sangue e hemocomponentes em qualquer condição para toda a população, a CGSH publica o Guia Nacional de Gerenciamento de Estoque de Sangue em Situações de Emergência, com orientações que contemplam ações preventivas, na ocorrência de grandes eventos ou imunizações em massa, e ações corretivas em situações adversas, como desastres naturais, pandemias e guerras, buscando restabelecer o funcionamento dos serviços de hemoterapia, a fim de normalizar a produção, o armazenamento e a distribuição de hemocomponentes e hemoderivados, para o pleno atendimento da população. (PDF - 6MB)

 

 

Tratamento de Imunotolerância para pacientes com Hemofilia A – Cartilha para pacientes e familiares

capa: Tratamento de Imunotolerância para pacientes com Hemofilia A ¿ Cartilha para pacientes e familiares


Essa cartilha foi criada com intuito de esclarecer dúvidas sobre o tratamento de Imunotolerância, como: O que é Imunotolerância? Quem pode participar do tratamento? Como fazer o acompanhamento do tratamento? Entre outras dúvidas dos pacientes e seus familiares. (PDF - 2MB)

 

 

Filipeta – Dose Domiciliar

capa: Filipeta ¿ Dose Domiciliar


Essa filipeta fala sobre Programa de Dose Domiciliar e o que é preciso para participar desse programa. (PDF - 927KB)

 

 

Folder - Protocolo de indução de Imunotolerância para pacientes com Hemofilia A

capa: Folder - Protocolo de indução de Imunotolerância para pacientes com Hemofilia A


Esse folder traz orientações sobre o Protocolo de indução de Imunotolerância para pacientes com Hemofilia A. (PDF - 2MB)

 

 

Evidências reveladoras para bom desempenho da gestão

capa: Evidências reveladoras para bom desempenho da gestão


Esse material tem como objetivo divulgar as evidências de um bom desempenho da gestão da Coordenação-Geral de Sangue e Hemoderivados. Nesse sentido, para contribuir com a qualidade desse processo, é necessário recorrer a princípios e parâmetros que permitam cotejar objetos, agentes, meios e produtos de trabalho com relação a esse horizonte temporal no qual se vislumbram os objetivos e as metas institucionais. (PDF - 6MB)

 

 

Folder - Guia de manejo de Resíduos

capa: Folder - Guia de manejo de Resíduos


A CGSH empenhada na superação dos desafios da questão ambiental, vem produzindo publicações técnicas destinadas aos profissionais das áreas de hematologia e hemoterapia com o propósito de promover as boas práticas em gestão dos resíduos de serviços de saúde (RSS). Em breve será lançado o Guia de Manejo de Resíduos – Hemoterapia e Hematologia, 2ª edição, com informações acerca dos resíduos gerados nos processos de trabalho na área de hematologia, especialmente nos laboratórios de técnicas hematológicas básicas, histocompatibilidade, hemostasia, hemoglobinopatias, citometria de fluxo e de Transplante de células progenitoras hematopoiéticas. (PDF - 4MB)

 

 

Gestão de Hemocentros: Relatos de práticas desenvolvidas no Brasil

capa: gestão de hemocentros


O I Curso de Especialização em Gestão de Hemocentros constitui a efetivação de um projeto pioneiro no Brasil relacionado à qualificação de gestores vinculados à política de sangue e hemoderivados. Produto da parceria estabelecida entre a Coordenação Geral de Sangue e Hemoderivados – DAE/SAS do Ministério da Saúde, o Departamento de Medicina Social/CCS/UFPE, a Fundação HEMOPE e o Centro de Pesquisa Aggeu Magalhães/FIOCRUZ, o Curso, promoveu, no contexto da gestão de hemocentros no Sistema Único de Saúde, a reflexão sobre configurações político-institucionais; reorganização daspráticas e inovação tecnológica; planejamento, gestão e administração de serviços; controle, avaliação e financiamento.
Este livro registra de forma sistematizada as 35 monografias apresentadas pelos alunos ao final do curso. Nesse sentido, acreditamos que essa produção intelectual qualificada, tornada pública, contribua para o fortalecimento da Política Nacional de Sangue e Hemoderivados. (PDF - 10,7M)

 

 

Autoclavação - como forma eficaz de inativação de micro-organismos em bolsas de sangue soropositivo

A observação das práticas cotidianas de autoclavação na Rede de Serviços evidenciou a necessidade de esclarecer dúvidas sobre a eficácia deste processo para inativar microorganismos em bolsas de sangue (PDF - 7,1Mb)

 

 

Aspectos Hemoterápicos Relacionados a Trali

capa Aspectos Hemoterápicos Relacionados a Trali

Com o propósito de nortear a Hemorrede Nacional quanto aos aspectos relacionados à redução do risco de Trali (Lesão Pulmonar Aguda Relacionada à Transfusão) com foco no processo de produção de hemocomponentes, são apresentadas neste documento as diretrizes condizentes com a realidade dos Serviços de Hemoterapia brasileiros. (PDF - 688Kb)

 

 

Relatório de Gestão 2009

Relatório de Gestão 2009

O conteúdo deste Relatório / 2009 foi sistematizado apresentando os 10 (dez) fatos mais relevantes da gestão, a formulação do planejamento da Política Nacional de Sangue e Hemoderivados, a linha temporal sintetizada nas ações do cotidiano da CGSH e as diversas atividades desenvolvidas no âmbito dos temas inseridos no escopo de atuação da área de sangue e hemoderivados. (PDF - 5,48Mb)

 

 

Relatório de Gestão 2008

capa: Relatório de Gestão 2008

O Relatório de Gestão 2008 da CGSH, instrumento público de prestação de contas das atividades realizadas durente o ano e organizado por questões temáticas, tem como objetivos: apresentar o planejamento estratégico da CGSH; descrever as atividades realizadas e os resultados alcançados ao longo do exercício; e, por fim, relatar as perspectivas da área no aprimoramento e qualificação do seu processo de trabalho. (PDF - 2,84Mb)

Cadernos de Informação

capa: Caderno de Informação Sangue e Hemoderivados Rede Física, Produção, Gastos Públicos com Hemoterapia e Consumo de Hemoderivados - dados até 2006

Caderno de Informação Sangue e Hemoderivados Rede Física, Produção, Gastos Públicos com Hemoterapia e Consumo de Hemoderivados - dados até 2006 (PDF - 4,5 kb)
 
Qualificar e aperfeiçoar a gestão pública na área de sangue e hemoderivados é uma necessidade constante do processo de construção do Sistema Único de Saúde (SUS). Nesse contexto, é essencial a utilização de informações para apoiar o planejamento, o monitoramento e a avaliação das ações, a tomada de decisões e o aprimoramento do controle social no SUS.

capa: Caderno de Informação Sangue e Hemoderivados Rede Física, Produção, Gastos Públicos com Hemoterapia e Consumo de Hemoderivados - dados até 2007

Caderno de Informação Sangue e Hemoderivados Rede Física, Produção, Gastos Públicos com Hemoterapia e Consumo de Hemoderivados - dados até 2007 (PDF - 2,5 kb)

Esta publicação apresenta um perfil da área de sangue e hemoderivados com dados referentes ao período 2005 a 2007. Estes dados abordam aspectos da produção de procedimentos contemplando as coletas e transfusões de sangue realizadas no SUS, como também nos serviços de hemoterapia privados associados à Associação Brasileira de Bancos de Sangue (ABBS).

 capa: Caderno de Informação Sangue e Hemoderivados Rede Física, Serviços de Hemoterapia, Produção Hemoterápica, Matriz de Indicadores - dados até 2008

Caderno de Informação Sangue e Hemoderivados Rede Física, Serviços de Hemoterapia, Produção Hemoterápica, Matriz de Indicadores - dados até 2008 (PDF - 9,1 kb) 

A partir da definição da gestão da informação como eixo estratégico de gestão da Coordenação Geral de Sangue e Hemoderivados (CGSH) do Ministério da Saúde, esforços vêm sendo empreendidos para a qualificação da informação na área de Sangue e Hemoderivados.  A continuidade da publicação anual deste Caderno de Informação é prova desse esforço. A CGSH e a Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás) disponibilizam o terceiro volume da série “Caderno de Informação: Sangue e Hemoderivados”.

 

Caderno de Informação - Sangue e Hemoderivados: Produção de Hemoterápicos

capa da publicação

 

Esta quarta publicação (2010) reflete o esforço da Coordenação Geral de Sangue e Hemoderivados (CGSH) do Ministério da Saúde em manter contínuo o processo de divulgação e disseminação dos dados da área hemoterápica e hematológica. Neste volume encontram-se atualizados os dados da produção hemoterápica no Sistema Único de Saúde (SUS) e nos serviços exclusivamente privados referentes ao ano de 2009, apresentando ainda estimativas da inaptidão clínica no SUS.

 

Doença Falciforme e outras Hemoglobinopatias 

capa: Doença Falciforme e outras Hemoglobinopatias - volume 1

Manual de Educação em Saúde Volume 1: Autocuidado na Doença Falciforme (PDF - 1,7 kb)

Este Manual se destina à formação de profissionais de saúde, membros de equipe multidisciplinar envolvidos direta ou indiretamente na assistência à saúde das pessoas com doença falciforme. Esses profissionais têm um papel importante em fomentar e facilitar as ações de promoção em todos os níveis da atenção à saúde.

 

Doença Falciforme e outras Hemoglobinopatias - volume 2

 

Manual de Educação em Saúde Volume 2: Linha de Cuidado em Doença Falciforme (PDF - 967 Kb)

O objetivo deste manual é contribuir para a promoção de uma mudança na história natural da doença falciforme no Brasil, de modo a reduzir a taxa de morbimortalidade, além de promover longevidade, com qualidade de vida, às pessoas com essa doença.

 

capa: Consenso Brasileiro sobre Atividades Esportivas e Militares e Herança Falciforme no Brasil - 2007

 

Consenso Brasileiro sobre Atividades Esportivas e Militares e Herança Falciforme no Brasil - 2007 (PDF - 214 Kb)

A pertinência do tema consiste na alta prevalência do traço falciforme no Brasil (4% da população), da obrigatoriedade do serviço militar no País, e do interesse crescente da população na prática esportiva, quer amadora ou profissional. Além disso, com a inclusão do teste para hemoglobinopatias na triagem neonatal, em nível nacional e, por conseguinte, maior número de portadores identificados, torna-se imperioso que se tenha um consenso acerca das referidas atividades, para evitar disparidades, gerando conflitos sociais e eventualmente jurídicos.


Manual de Saúde Ocular em Doença Falciforme (PDF - 543 Kb)

 

 

As pessoas com doença falciforme podem apresentar alterações oculares que se mantêm assintomáticas ao longo dos anos, manifestando-se, em geral, por meio de complicações que podem culminar com a redução da capacidade visual, às vezes irreversível.

 

capa: Manual de Anemia Falciforme para Agentes Comunitários de Saúde

Manual de Anemia Falciforme para Agentes Comunitários de Saúde (PDF - 183 kb)

Segundo estimativas do Programa Nacional de Triagem Neonatal, a cada ano nascem no Brasil cerca de 3.500 crianças portadoras de doença falciforme. Vinte por cento delas não vão atingir 5 (cinco) anos de idade, por complicações diretamente relacionadas à doença falciforme. O diagnóstico precoce por meio do teste do pezinho e o tratamento adequado representam papel fundamental na redução da morbidade (adoecimento) e mortalidade destas crianças.

capa: Manual da Anemia Falciforme para População

Manual da Anemia Falciforme para População (PDF - 1,6 kb)

As pessoas com anemia falciforme têm sintomas muito variados. Eles podem não ter quase nenhum sintoma, necessitando de pouca transfusão de sangue ou mesmo de nenhuma e, portanto, com excelente qualidade de vida.

capa: Manual de Eventos Agudos na Doença Falciforme

Manual de Eventos Agudos na Doença Falciforme (PDF - 662 kb)

A pessoa com doença falciforme e seus familiares, quando submetidos às intercorrências de emergência, encontram-se em situações vulneráveis e de riscos e, portanto, devem ser abordados de forma acolhedora e humanizada. A triagem médica é fundamental para uma boa avaliação das medidas iniciais que devem ser tomadas. Alguns sinais de alerta devem ser destacados como indicadores da gravidade das intercorrências.

 

capa: Manual de Condutas Básicas na Doença Falciforme

 

Manual de Condutas Básicas na Doença Falciforme

Para o diagnóstico seguro, é de fundamental importância conhecer a forma de herança da doença falciforme. Na maioria dos casos, os pais de pacientes com doença falciforme são portadores assintomáticos dessa alteração genética.  Situação mais comum se verifica quando dois portadores assintomáticos de falciforme, com patrimônio genético representado pela hemoglobina (Hb A) associada à hemoglobina S (Hb S) e cuja representação universal é Hb AS, se unem, constituindo uma prole.

 

capa: Manual de Saúde Bucal na Doença Falciforme

 

Manual de Saúde Bucal na Doença Falciforme (PDF - 320 kb)

O diagnóstico laboratorial da DF é realizado pela detecção da Hb S e da sua associação com outras frações. Assim, a técnica mais eficaz é a eletroforese de hemoglobina em acetato de celulose ou em agarose, em pH alcalino (pH variável de 8 a 9).

capa: Gestação em Mulheres com Doença Falciforme

Gestação em Mulheres com Doença Falciforme (PDF - 523 kb)

A anemia falciforme é a doença hereditária mais comum no Brasil. A causa da doença é uma mutação no ponto da globina beta da hemoglobina, originando no lugar da hemoglobina A (HbA) uma hemoglobina mutante, denominada hemoglobina S (HbS). Em determinadas situações, estas moléculas alteradas podem sofrer polimerização com falcização (assumindo forma de foice, daí o nome falciforme) das hemácias, ocasionando o encurtamento da vida média dos glóbulos vermelhos, fenômeno de vaso oclusão, episódios de dor e lesão de órgãos.

capa: Folder de Doença Falciforme

Folder de Doença Falciforme (PDF - 415 kb)

É uma das doenças hereditárias mais comuns no Brasil. É causada por uma modificação (mutação) no gene (DNA) que, em vez de produzir a hemoglobina A, produz uma hemoglobina chamada S. Se uma pessoa recebe um gene do pai e outro gene da mãe, que produzem a hemoglobina S, ela possui um padrão genético chamado SS, causador da anemia falciforme.Essa mutação genética, que produz a hemoglobina S, proliferou há muitos séculos no continente africano e, por isso, essa doença é muito presente no nosso país, cuja população tem em sua base de constituição os povos africanos.

Hemoterapia

capa: Guia de Uso de Hemocomponentes

Guia de Uso de Hemocomponentes (PDF - 984 kb)

A transfusão de sangue e hemocomponentes é uma tecnologia relevante na terapêutica moderna. Usada de forma adequada em condições de morbidade ou mortalidade significativa, não sendo prevenida ou controlada efetivamente de outra maneira, pode salvar vidas e melhorar a saúde dos pacientes. Porém, assim como outras intervenções terapêuticas, pode levar a complicações agudas ou tardias, como o risco de transmissão de agentes infecciosos entre outras complicações clínicas. 

 

Manual de Reabilitação na Hemofilia

capa do manual de reabilitação na hemofilia

A hemofilia nao tem cura. A base do seu tratamento e a infusão do concentrado do fator deficiente, que pode ser de origem plasmática ou recombinante. Uma das complicações mais temíveis dos pacientes com hemofilia refere-se ao desenvolvimento de inibidores, que são anticorpos policlonais da classe IgG direcionados contra os fatores VIII ou IX infundidos (aloanticorpos). Neste caso, os pacientes acometidos passam a não responder a infusão do fator deficiente e apresentam episódios hemorrágicos de difícil controle. (PDF - 2Mb)

 

Coagulopatias Hereditárias

capa: Coagulopatias Hereditárias

Hemofilia Congênita e Inibidor – Manual de Diagnóstico e Tratamento de Eventos Hemorrágicos (PDF - 2,1 kb)

A hemofilia é uma doença hemorrágica, caracterizada pela defi ciência dos fatores VIII (hemofilia A) ou IX (hemofilia B) da coagulação. A hemofilia pode ser de origem adquirida ou congênita (hereditária). A forma adquirida mais rara é associada a doenças auto-imunes, câncer, gravidez, entre outras, sendo, mais freqüentemente, de origem idiopática. A forma congênita, a qual será aqui abordada, é uma doença genética, de herança recessiva ligada ao sexo, resultante de mutações nos genes que codifica o fator VIII ou IX da coagulação, ambos localizados no braço longo do cromossomo X.

 

capa: Perfil de Coagulopatias Hereditárias

 

Perfil de Coagulopatias Hereditárias (PDF - 1,3 kb)

Esta publicação é a segunda publicação sobre o perfil das coagulopatias hereditárias no Brasil e tem como objetivo apresentar os dados demográficos referentes às coagulopatias, assim como a sua prevalência e as complicações a elas relacionadas.

 

capa: Cartilha para o Professor

 

Cartilha para o Professor (PDF - 4,072 Kb)

Como identificar sinais e sintomas da doença para assistir e encaminhar em primeira mão os alunos com hemofilia.

capa: Manual de Diagnóstico e Tratamento da Doença de von Willebrand

Manual de Diagnóstico e Tratamento da Doença de von Willebrand (PDF - 3,3 kb)

A doença de von Willebrand é, das doenças hemorrágicas hereditárias, a mais prevalente, chegando até a um caso para cada 100 habitantes. Não obstante, ainda é bastante sub-diagnosticada em nosso meio, devido a vários fatores, tais como: desconhecimento da doença e das suas apresentações clínicas pelos profissionais de saúde, indisponibilidade de testes laboratoriais diagnósticos e dificuldades técnicas para a realização destes testes.

capa: Manual de Tratamento das Coagulopatias Hereditárias

Manual de Tratamento das Coagulopatias Hereditárias (PDF - 472 kb)

As coagulopatias hereditárias são doenças hemorrágicas resultantes da deficiência quantitativa e/ou qualitativa de uma ou mais das proteínas plasmáticas (fatores) da coagulação. Têm como característica comum a redução da formação de trombina, fator essencial para a coagulação do sangue. Pacientes acometidos por coagulopatias hereditárias podem apresentar sangramentos de gravidade variável, espontâneos ou pós-traumáticos, presentes ao nascimento ou diagnosticados ocasionalmente. No entanto, as coagulopatias hereditárias apresentam herança genética, quadro clínico e laboratorial distintos entre si.

capa: Manual de Dose Domiciliar para Tratamento das Coagulopatias Hereditárias

Manual de Dose Domiciliar para Tratamento das Coagulopatias Hereditárias (PDF - 735 kb)

O que é a DD? Como fazer parte do programa de DD?  Quais são os benefícios que a DD traz? Quais são os produtos que podem ser usados para a DD? Quem pode ser beneficiado com a DD?

capa: Manual de Atendimento Odontológico a Pacientes com Coagulopatias Hereditárias

Manual de Atendimento Odontológico a Pacientes com Coagulopatias Hereditárias (PDF - 401 kb)

As coagulopatias hereditárias são doenças hemorrágicas resultantes da deficiência quantitativa e/ou qualitativa de uma ou mais proteínas plasmáticas (fatores) da coagulação. Entre as coagulopatias hereditárias, as mais comuns são a hemofilia e a doença de von Willebrand (DVW). A hemofilia é uma doença hereditária ligada ao cromossomo X, caracterizada laboratorialmente pela deficiência dos fatores VIII (hemofilia A) ou IX (hemofilia B) da coagulação. As hemofilias são classificadas de acordo com o nível de atividade coagulante do fator VIII (FVIII: C), sendo o nível normal definido como 1 UI/ml de FVIII:C (100%).

Gerenciamento de Resíduos Sólidos em Saúde

capa: Cartilha Quanto Menos Lixo, Melhor!

Cartilha Quanto Menos Lixo, Melhor! (PDF - 1,3 kb)

 A produção mínima de lixo é preocupação da Coordenação da Política Nacional de Sangue e Hemoderivados ao elaborar e distribuir esta cartilha, direcionada aos serviços de hemoterapia de todo o país.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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