Título Conteúdo  Uso Racional de Medicamentos - Temas Selecionados

Vol.1 n.01. Anticoncepcionais orais: O que há de novo?

Ano de publicação: 2003 Autores: Lenita Wannmacher
Benefícios definidos de anticoncepcionais orais combinados ocorrem em anticoncepção, dismenorréia, mastodínia, tensão pré-menstrual, hiperplasia e neoplasia de endométrio, cistos funcionais e câncer de ovário, doenças benignas da mama, acne e hirsutismo. 
 
Vol.1 n.02. Antiinflamatórios não esteroides: uso indiscriminado de inibidores seletivos de cicloxigenase-2
Ano de publicação: 2004 Autores: Lenita Wannmacher; Markus Bredemeir
Os Inibidores seletivos de cicloxigenase - 2 (COXIB), são antiinflamatórios não-esteróides (AINE), desenvolvidos com o objetivo de manter a eficácia dos representantes não-seletivos, sem sua capacidade de lesar sítios gástricos e renais.

Vol. 1 n.03. Obesidade: Evidências e fantasias
Ano de publicação: 2004 Autores: Lenita Wannmacher
Obesidade não é apenas problema estético, mas importante fator de risco para doenças cardiovasculares, diabetes melito e outras condições. Sua prevalência tem aumentado no mundo, com notório comprometimento de crianças e adolescentes. Controle de obesidade não modifica taxas de mortalidade, mas previne e controla algumas doenças crônicas.

Vol. 1 n.04. Uso Indiscriminado de Antibióticos e e resistência microbiana: uma guerra perdida?
Ano de publicação: 2004 Autores: Lenita Wannmacher
Apesar do surgimento e da disponibilização de vacinas e antimicrobianos eficazes, os germes continuam ganhando a batalha nas doenças infecciosas. Estas ainda acarretam mortes e expressiva morbidade, especialmente em países em desenvolvimento.

Vol. 1 n.05. Depressão Maior: Da descoberta à solução
Ano de publicação: 2004 Autores: Lenita Wannmacher
Depressão maior é um distúrbio afetivo freqüente, sério, incapacitante e tratável. Muitas vezes não é diagnosticado e, quando o é, pode não receber manejo adequado. Cada vez mais o manejo da depressão deve ser feito no âmbito da atenção primária à saúde. Para formas mais leves de depressão, tratamentos psicológicos estão indicados. Nas formas mais graves, recomenda-se farmacoterapia, coadjuvada por abordagens psicológicas.

Vol. 1 n.06.  Terapia de reposição hormonal na menopausa: evidências atuais
Ano de publicação: 2004 Autores: Lenita Wannmacher; Jaqueline Neves Lubianca
Segundo as evidências atuais, a terapia de reposição hormonal deve ser indicada por curto prazo para controle de manifestações vasomotoras e urogenitais. Terapia de reposição estrogênica fica reservada para mulheres histerectomizadas, enquanto a associação de estrógenos e progestógenos é obrigatória em mulheres com útero in situ.

Vol. 1 n.07. Manejo racional da osteoporose: onde está o real benefício?
Ano de publicação: 2004 Autores: Lenita Wannmacher
Osteoporose é considerada um dos principais problemas de saúde pública, por sua prevalência crescente e pela associação a fraturas vertebrais e de outras localizações, com graves repercussões clínicas e sociais. O diagnóstico de osteoporose é feito por densitometria da massa óssea, que, no entanto, não tem poder preditivo de fraturas. Assim, fatores clínicos preditivos de risco devem ser levados em conta para definir a necessidade de prevenção de osteoporose, a qual deve ser feita com medidas não-medicamentosas (ingestão diária de alimentos ricos em cálcio, exposição solar, atividade física regular).

Vol. 1 n.08. Enxaqueca: Mal antigo com roupagem nova
Ano de publicação: 2004 Autores: Lenita Wannmacher; Maria Beatriz Cardoso Ferreira
O manejo de enxaqueca engloba medidas não-medicamentosas e medicamentosas, destinadas a tratamento agudo de crises e profilaxia de novos episódios.

Vol. 1 n.09. Febre: mitos que determinam conduta.
Ano de publicação: 2004 Autores: Lenita Wannmacher; Maria Beatriz Cardoso Ferreira
Em relação à febre há mitos que se difundem entre profissionais de saúde e pacientes, entre eles os de que febre é doença que precisa ser rapidamente debelada, de que controle de febre alta previne a recorrência de convulsões, de que dipirona é mais eficaz que antitérmicos comuns e de que paracetamol em doses próximas das terapêuticas associa-se a hepatopatias. Condutas usuais se pautam por essas crenças.

Vol. 1 n.10. Estatinas: Uso racional na cardiopatia isquêmica
Ano de publicação: 2004 Autores:  Lenita Wannmacher; Andry Fiterman Costa
Dislipidemias (alterações nos lipídeos séricos) constituem fator de risco para aterosclerose e, conseqüentemente, doença coronariana. Dentre as medidas de prevenção primária e secundária de cardiopatia isquêmica encontra-se o uso do grupo das estatinas, agentes hipolipemiantes. Na seleção de um representante deve-se levar em conta seu benefício em desfechos clínicos (infarto de miocárdio, angina instável, morte súbita e necessidade de revascularização miocárdica), avaliado em grandes ensaios clínicos randomizados, com validade interna e sem conflito de interesses. Assim sendo, no momento atual, deve-se priorizar o uso de pravastatina, sinvastatina, lovastatina e atorvastatina em pacientes com riscos alto e moderado.

Vol. 1 n.11.  Manejo da hipertensão na gestação: O pouco que se sabe.
Ano de publicação: 2004 Autores:  Lenita Wannmacher

Alterações de pressão arterial ocorrem em 5 a 10% das gravidezes e contribuem significativamente para sérias complicações maternas e fetais. Apesar da relevância, não há informações conclusivas na literatura sobre o tema. As parcas evidências provêm de ensaios clínicos de pequeno porte, com variados desenhos experimentais e com predominante aferição de pressão arterial, em vez da medida de desfechos clínicos relevantes para a gestante e o feto. 


Vol. 1 n.12.  Antipsicóticos Atípicos: Mais eficazes, mais seguros?
Ano de publicação: 2004 Autores:  Lenita Wannmacher

Há definido benefício de antipsicóticos convencionais e atípicos em controle sintomático de esquizofrenia e transtornos psicóticos agudos. Os segundos são tão eficazes quanto os primeiros, porém têm diferentes perfis de efeitos adversos. Antipsicóticos tradicionais são comprovadamente eficazes em tratamentos de longo prazo. Novos antipsicóticos provavelmente também o são, embora a comprovação de eficácia geralmente provenha de estudos com poucas semanas de seguimento.


Vol. 2 n.01.  Inibidores da bomba de prótons: Indicações racionais
Ano de publicação: 2004 Autores:  Lenita Wannmacher

Os inibidores da bomba de prótons (IBP) suprimem fortemente a secreção de ácido gástrico, não demonstrando diferenças terapêuticas significativas entre os representantes do grupo. Há evidências de sua eficácia no tratamento e prevenção de manifestações e complicações de doença péptica e doença do refluxo gastrintestinal.


Vol. 2 n.02.  Inibidores seletivos de cicloxigenase-2 revisitados um ano depois
Ano de publicação: 2005 Autores:  Lenita Wannmacher

Em janeiro de 2004 o uso indiscriminado de inibidores seletivos de COX-2 foi tema desta discussão sobre uso racional de medicamentos. Naquele momento, sugeria-se a associação do uso prolongado daqueles antiinflamatórios a eventos adversos cardiovasculares.


Vol. 2 n.03.  Antiplaquetários: ainda ácido acetilsalicílico?
Ano de publicação: 2005 Autores:  Lenita Wannmacher

Ácido acetilsalicílico tem sido empregado em prevenção primária e secundária de eventos cardio e cerebro-vasculares. Vários questionamentos se fizeram a esse respeito. Haveria equilíbrio entre benefício e risco em prevenção primária?

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